DIRITTO TRANSNAZIONALE: Prospettive della circolazione dei modelli Giuridici

postado em 3 de set de 2014 06:47 por Jean Carlo Canestraro   [ 12 de set de 2014 13:15 atualizado‎(s)‎ ]
Jacopo Paffarini

Riassunto

Nel linguaggio dei giuristi, quando si parla di «diritto transnazione» si intende far riferimento ad una particolare espressione della produzione normativa, i cui tratti caratteristici sono costituiti dall'assenza di un “legame territoriale stabile”, da un lato, e dal pluralismo sistemico, dall'altro. Sotto il primo profilo, il diritto transnazionale si connota per la capacità di promuovere convergenze e dialoghi piuttosto che diversità, pertanto, gli enunciati che lo compongono si candidano ad essere applicati a prescindere dalla nazionalità dei soggetti coinvolti, oltre che dal contesto territoriale in cui si colloca la fattispecie concreta. In altre parole lo spazio coincide con il globo terreste e la comunità di riferimento delle norme diviene l'intera umanità. Sotto l'aspetto sistematico, lo sviluppo del diritto transnazionale sfrutta i canali (economici, informatici, ecc...) che la globalizzazione stessa crea per penetrare nel tessuto normativo degli ordinamenti nazionali, imponendone la rinnovazione. Se ciò costituisce uno dei principali punti di forza del diritto transnazionale, allo stesso tempo dà luogo al suo limite più rilevante: esattamente come la globalizzazione non ha coinvolto tutti i campi della vita umana, gli enunciati normativi che operano oltre i confini statali, si raccolgono in una pluralità di ordinamenti la cui sfera d'intervento è circoscritta a determinati settori e restano pertanto privi di un'istanza unficatrice.

Parole chiave. Diritto Transnazionale. Comparazione. Diritti Fondamentali; Interpretazione. Lex Alii Loci.

Resumo

Na linguagem dos juristas, quando se fala de “direito transnacional” se entende fazer referência a uma particular expressão da produção normativa, e cujo trato caracteristico somente constitui-se pela ausência de uma “conexão territorial estável”, de um lado, e do pluralismo sistémito, do outro. Somente no primeiro perfil, o direito transnacional se conota pela capacidade de promover convergência e diálogo bastante diversificado, portanto, demonstrações que compõem a aplicação independentemente da nacionalidade das pessoas envolvidas, bem como a partir do contexto local em que ela aparece no caso específico. Em outras palavras o espaço coincide com o globo terrestre e a comunidade de referência da norma torna-se a humanidade inteira. Abaixo o aspecto sistemático, o desenvolvimento do direito transnacional explora canais (econômicos, eletrônicos, etc.) que a globalização mesma cria para penetrar no tecido normativo do ordenamento nacional, impondo a renovação. Se o que constitui um dos principais pontos de força do direito transnacional, ao tempo dá lugar a limites mais relevantes: exatamente como a globalização não há envolvido todos os campos da vida humana, os enunciados normativos operam outros limites estatais, se inserindo em uma pluralidade de ordenamentos cuja esfera de intervenção é circunscrita a determinados setores, portanto, privado de uma instância unificadora.

Palavras-chave: Direito Transnacional. Comparação. Direitos Fundamentais. Interpretação. Lex alii loci.