A CRISE FINANCEIRA MUNDIAL E A FLEXIBILIZAÇÃO DOS DIREITOS DOS EMPREGADOS

postado em 2 de set de 2014 12:21 por Jean Carlo Canestraro   [ 12 de set de 2014 10:47 atualizado‎(s)‎ ]
Fabrisia Franzoi

Resumo

O objetivo deste artigo é mostrar a interferência da crise financeira mundial nos direitos dos empregados, o que é feito através da flexibilização dos mesmos. O método de pesquisa utilizado na pesquisa foi o indutivo. A crise financeira mundial está aí e ninguém pode negar. Ela abalou parte da indústria brasileira e com isso várias empresas pedem por uma flexibilização dos direitos trabalhistas. Seu pior resultado foi a queda no número de empregos ocorridos principalmente desde agosto de 2008. A primeira proposta que o setor industrial fez ao se deparar com a crise foi pedir aos sindicatos a autorização para a redução das jornadas de trabalho e consequentemente dos salários, com o intuito de manter os empregos. Vale ressaltar que não foram os empregados os causadores da crise econômica mundial, mas acabam pagando a conta da crise com seus empregos. É como o dito popular “a corda sempre arrebenta do lado mais fraco”. A maioria das empresas não faz uma provisão de fundos para casos de emergência. E, assim que a economia se retrai o primeiro passo é cortar custos, sendo que cortar o número de empregados é o primeiro item da lista do empresariado.

Palavras-Chave: Flexibilização. Crise financeira. Limites. Direito dos Empregados.

Abstract

The objective of this article is to show the interference of the world financial crisis in the employees' rights, what is made through the flexibilization of the same ones. The research method used in the research was the inductive. The world financial crisis is there and nobody can deny. She affected part of the Brazilian industry and with that several companies ask for a flexibilization of the right works. Its worst result went to fall in the number of employments happened mainly since August of 2008. The first proposal that the industrial section did when coming across with the crisis went ask to the unions the authorization for the reduction of the work days and consequently of the wages, with the intention of maintaining the employments. It is worth to stand out that were not the employees the cause of the world economic crisis. But they end up paying the bill of the crisis with its employments. It is as the popular "statement the rope always tears on the weakest” side. most of the companies doesn't make a provision of funds for cases of emergency. And, as soon as the economy retracts herself the first step it is to cut costs, and to cut the number of employees is the first item of the list of the manager.

Keywords : Flexibilization. Financial Crisis. Limits. Servant of right.